Rádio Terra Am Sp


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Biografia

Biografia
Tibagi e Miltinho

Tibagi e Miltinho foi uma dupla de cantores e compositores de música sertaneja do Brasil.[1] [1] [2]

Oscar Rosa, o Tibagi, nasceu em São Paulo, SP, no dia 30 de junho de 1927 e faleceu em São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais, no dia 12 de maio de 2015 aos 87 anos.[1] [1]

Hilton Rodrigues dos Santos, o Miltinho, nasceu em Goiânia, GO, no dia 2 de maio de 1941.[2]

Dentre seus diversos sucessos, merecem destaque: Pombinha Branca, Noite Fria, O Apito do Trem, Lembranças de Amor, Pé de Cedro, Canarinho do Peito Amarelo entre outros.[2] Foi uma das duplas expoentes da influência mexicana na Música Sertaneja Brasileira,[3] e um sucesso da dupla com forte influência da música latina foi gravado em 1963, é o bolero "Taça Vazia



Biografia
João Mineiro e Marciano

A dupla sertaneja João Mineiro e Marciano teve início em 1970 após João Mineiro desfazer uma parceria que já durava 8 anos com a dupla João Mineiro e Zé Goiás tendo a sorte de encontrar José Marciano, que planejava formar uma dupla sertaneja voltada para a música romântica.

O primeiro álbum, da então dupla recém-formada, foi lançado em 1973 pela gravadora Chororó Discos, e obteve sucesso com as músicas: “Filha de Jesus” e “Chovisco da Madrugada”, em parceria com o poeta Goiá a prensagem do disco foi paga por João Mineiro.

Em 1986 devido ao sucesso, e também ao fato de que a música sertaneja ser muito tocada no Brasil, começaram a apresentar aos domingos o programa de TV "João Mineiro e Marciano Especial" no SBT, nas manhãs de domingo, no qual cantavam e recebiam convidados.

Apesar da carreira bem sucedida até aquele momento, e fazendo turnê nos Estados Unidos em 1990, gravando disco em espanhol em 1991, e lançando o disco “Dois Apaixonados”, a dupla se desfez em 1993, por razões ainda não muito esclarecidas, fazendo desse disco o último da carreira dos dois, mas existem rumores de que existia uma briga judicial entre eles.

Após a separação em 1993 João Mineiro formou a duplas como: João Mineiro e Marino e João Mineiro e Marcian (isto mesmo sem o "O" no final) ambas formações gravaram um disco apenas pois a dupla que se consolidou foi João Mineiro e Mariano que se manteve até o dia 24 de Março de 2012, quando faleceu João Mineiro. Marciano seguiu carreira solo até os dias de hoje.

Em 2008, João Mineiro & Mariano, realizaram turnê pelo Brasil e estariam preparando um DVD com a participação de grandes nomes, como Milionário & José Rico, Teodoro & Sampaio, Cezar & Paulinho e outros. O DVD (intitulado “Coração não Cansa”) conteria quatro músicas inéditas.

Biografia
Peão Carreiro e Zé Paulo


Informação geral
Peão Carreiro e Zé Paulo foi uma dupla sertaneja do Brasil formada em 1984.[1]

A idéia de pesquisar sobre a carreira e a trajetória de Peão Carreiro, surgiu após um bate - papo nos bastidores do programa "Amigos do Teodoro e Sampaio". Estávamos conversando com Marco Brasil e Sampaio (Gentil Aparecido da Silva), foi onde ficamos sabendo um pouco sobre a história de Peão Carreiro e sobre a formação da dupla Peão Carreiro e Sampaio.

Buscamos em diversos lugares informações detalhadas sobre a carreira e a vida de Peão Carreiro, não foi um trabalho dos mais fáceis, mas conseguimos reunir um bom conteúdo e estamos trazendo a vocês, leitores do Sentimento Sertanejo, um pouco da história do cantor e compositor e sua importância para a música sertaneja.

Peão Carreiro ou Manoel Nunes Pereira, nasceu em São José do Rio Preto–SP, no dia 06/09/1932 e faleceu no dia 13/05/1999, em Londrina-PR, onde está sepultado. Além de cantar era um grande compositor, suas músicas foram gravadas por diversos artistas como Sérgio Reis, Mococa e Paraíso entre outros.

Sua carreira teve início em 1975, a primeira dupla foi formada com Mulatinho, depois vieram outras formações com Praense, Zé Paulo, Praiano e a última com Sampaio ( Gentil Silva ).

Peão Carreiro e Praense alcançaram sucesso em 1978 com a música " Nosso Dilema" e assim foram surgindo novos discos e mais sucessos como "Parede e Meia". Em 1981 a dupla assinou contrato com a gravadora Copacabana e o disco "Quarto Vizinho" alcançou recorde nas vendas com a música homônima. Além de lançar este terceiro LP eles ainda participavam do Programa "Linha Sertaneja Classe A" na Rádio Record de São Paulo-SP, apresentado pelo José Russo.

Em 1983 surgiu a formação com José Plínio (Paraíso), nascido em Elias Fauto – SP, a dupla permaneceu com essa formação até 1984, neste mesmo ano Peão Carreiro e Praense lançam " A Volta " marcando o retorno da dupla, juntos entre idas e vindas, foram seis anos ( 1978 a 1984 ).

"Peão Carreiro e Zé Paulo (Luiz Scatampulo - nasceu no dia 28 de janeiro de 1943 em Cambé-PR), teve início no ano de 1984, ocasião na qual o Peão Carreiro já vinha de uma bem sucedida carreira como compositor e intérprete, que teve início em 1957, juntos gravaram cinco discos

Antes de completar 10 anos de formação em 1993 a dupla chegou ao fim. Em 1994 surgiu novamente Peão Carreiro e Praiano (dupla que já havia sido formada em 1992) e gravou dois discos.

Em 1998, Peão Carreiro voltou a formar a dupla com o Praense, e gravou mais um CD na Gravadora Atração Fonográfica. No entanto, Peão Carreiro já se encontrava bastante doente e sua voz, já não era mais a mesma.

O último registro gravado por Peão Carreiro foi em 1999, com Sampaio. A dupla Peão Carreiro e Sampaio gravou um CD com o nome de " Peão Carreiro e Sampaio - Inédito" o projeto que contou com a gravação de 15 músicas a maioria composições de Peão Carreiro : " O Amor Não Morre ", " Viagra ne Mim"," Golpe Baixo" entre outras e neste mesmo ano Peão Carreiro faleceu. Sampaio atualmente está na dupla Teodoro e Sampaio, retomando sua formação original.

De todas as músicas que o compositor Peão Carreiro escreveu " Porta do Mundo "uma composição dele com Zé Paulo merece destaque é uma das mais belas composições já escritas nas história da música sertaneja e também foi regravada por diversos intérpretes.

Biografia
Tião Carreiro & Pardinho


Em 1954, Tião Carreiro conheceu Pardinho no Circo Rapa Rapa, em Pirajuí (SP), quando Tião ainda tinha o pseudônimo de Zé Mineiro. Lá, eles cantaram pela primeira vez. Em 1956, resolveram tentar a sorte em São Paulo, onde conheceram o prestigiado compositor sertanejo Teddy Vieira que, ouvindo a dupla, batizou José Dias Nunes de Tião Carreiro. Em novembro de 1956, gravaram o primeiro disco juntos com destaque para as músicas "Cavaleiro do Bom Jesus" (de João Alves, Nhô Silva e Teddy Vieira) e "Boiadeiro Punho de Aço" (de Teddy Vieira e Pereira).

A dupla Tião Carreiro e Pardinho é tida como uma das principais da música sertaneja de raiz e inventores do pagode, considerados artistas de primeira linha no gênero. Encenaram também duas peças teatrais, "O Mineiro e o Italiano", um melodrama baseado na música, e "Pai João", o drama de um velho carreiro, e gravaram o filme Sertão em Festa, ambos com grande sucesso. Tião Carreiro e Pardinho chegaram a gravar quase 30 LPs, todos remasterizados em CDs, que continuam em catálogo.


Biografia
Jacó e Jacozinho

Nascidos em Assis-SP, filhos de Gabriel Jacob (1902/1979) - grande catireiro paranaense conhecido como “Jacó da Viola” -, e de Dona Maria Joana de Jesus (1911/1982), Jacó e Jacózinho foram os irmãos mais famosos de um total de 9 filhos: José (1932/72), João (1934 /81), Antônio (1938/81), Benedito (1942/65), Sebastião (1943/81), Amado (1944 /2001), Aparecida (1946), Pedro (1948) e Inês (1950).

A dupla que se iniciou com o nome de "Jacó e Jacózinho" era formada por Antônio e Amado Jacob. Pedro, o oitavo filho do casal, costumava substituir um ou outro em shows e no rádio, quando acontecia algum imprevisto, mas Antônio e Amado foram os irmãos titulares que integraram a dupla até o início da década de 1980.

Jacó e Jacózinho estrearam no disco em 1962, quando gravaram pelo selo Sertanejo o arrasta-pé "Papai Me Disse", composição deles, e a moda de viola "Castigo de Fazendeiro" de Sulino e Roque de Almeida.

Em 1964, gravaram o primeiro LP e continuaram gravando ininterruptamente até 1980, sempre pela gravadora Continental. Foi a dupla que mais vendeu discos na década de 1970, ao lado de Tião Carreiro e Pardinho. Jacó e Jacózinho gravaram, entre 78 rpm e LPs, 30 discos.

A dupla “Jacó e Jacózinho”, em sua formação original, fez bastante sucesso, principalmente na década de 1960, notabilizando-se com uma vocalização não tradicional, com dissonâncias e mudanças de tonalidade. Na mesma época, atuava na Rádio Nacional de São Paulo, onde era cartaz num programa que ia ao ar todas as sextas-feiras às 20h.

Gravaram músicas de diversos autores, dentre os quais Lourival dos Santos, Carreirinho, Sulino, Moacir dos Santos e também músicas de autoria deles próprios.

Um fato curioso aconteceu no ano de 1974, quando Jacó e Jacózinho resolveram gravar a música humorística "Pepino", de Jacó e Jacozinho, ("Eu não quero mais pepino / nem do grosso nem do fino..."). Como não queriam confundí-la com o tradicional repertório caipira raiz, criaram então outra dupla, apenas para cantar músicas humorísticas: "Amado e Antônio", usando os próprios nomes de batismo, e que chegou a gravar dois discos!

Em 1980, Antônio Jacob gravou um disco ao lado do irmão Pedro Jacob, que ocupou o lugar do “Jacózinho”, uma vez que este se encontrava doente.

Em 1981, Antônio Jacob faleceu vítima de enfarto, após sofrer grande contrariedade em decorrência de uma discussão com Pedro Jacob.

Em 1982, Amado Jacob ainda gravou um último disco com Pedro Jacob para cumprir o contrato na gravadora, onde destaca-se a música “Sete Irmãos”, um pequeno resumo da vida da dupla e sua família.

Em 1992, acometido por uma doença no pulmão, Jacózinho parou de cantar, vindo a falecer em junho de 2001, de complicações na saúde devido a diabetes.

Dando continuidade à dupla, Pedro Jacob gravou, ao lado de Zé Almeida, apenas o CD “10 Anos Depois”.

Foi então que apareceu um novo talento na família: Pedro Rafael Jacob que, com apenas 17 anos, começou a cantar com o pai Pedro Jacob. Pouco tempo depois, em 1997, nascia a nova dupla: "Jacó e Jacózito".

Hoje, pai e filho seguem valorizando a música caipira raiz e com sucesso em sua nova carreira, levando seu repertório a todos os cantos do Brasil em shows que também revivem antigos sucessos da dupla “Jacó e Jacózinho”.



Biografia
Nenete e Dorinho


Waldemar de Franchesi, o Nenete, nasceu em Pirassununga-SP em 1919 e faleceu em 1989, vítima de uma tentativa de assalto.

Isidoro Cunha, o Dorinho (apelido carinhoso que ele tem desde a infância), nasceu em Bernardino de Campos-SP no dia 09/07/1933 (algumas biografias mencionam Piraju-SP como a cidade-natal de Dorinho, mas na verdade, Piraju-SP é a cidade onde ele foi registrado, no dia 18/10/1933).

Nenete já havia participado amadorísticamente da dupla "Nenete e Ditinho" no ano de 1943 em sua Pirassununga natal e já integrou também o "Trio Saudade", com Ninão e Nininho.
Com o "Trio Saudade", chegou a atuar na Rádio Record de São Paulo-SP, no programa "Hora dos Municípios" comandado por Genésio Arruda entre 1947 e 1955.

Nenete também atuou durante 5 anos com o nome artístico de Limeira e formou dupla com Luizinho (Luís Raymundo, nascido em São Paulo-SP em 1916 e falecido também em São Paulo-SP em 1983), tendo atuado durante um ano nos programas "Imagens do Sertão" e "Alma da Terra" na Rádio Tupi de São Paulo-SP.

Luizinho e Limeira foi a famosa dupla que gravou pela primeira vez o célebre "Menino da Porteira" (Teddy-Veira - Luizinho). É preciso ser citado que Luizinho mais tarde desfez a dupla com Limeira (que até então era o Nenete), tendo então convidado seu irmão Ivo Raymundo (nascido em São Paulo-SP em 1924) para cantar com ele, mantendo o mesmo nome de Limeira.

Em vez de continuar como dupla, no entanto, eles se juntaram à acordeonista Carmela Bonano (nascida em São Paulo-SP em 1928 e falecida em Perdizes-SP em 11/05/2003) e formaram o famoso trio Luizinho, Limeira e Zezinha . Carmela Bonano era descendente de família italiana e foi apelidada de Zezinha ainda na infância.

O nome artístico de Limeira, por sinal, já foi adotado por diversos artistas sertanejos, (inclusive o célebre compositor Sulino), provavelmente homenageando a simpática cidade de Limeira-SP, próxima a Piracicaba-SP.

Isidoro Cunha, por outro lado, desde criança, aos 8 anos de idade, já cantava e tocava cavaquinho.
Estreou como músico no ano de 1949 na Rádio Difusora de Ourinhos-SP, cantando no "Trio Bernardinense".

E, no ano de 1950, Dorinho se mudou para a Capital Paulista, tendo formado a dupla "Doro e Dorinho", a qual se apresentou durante algum tempo no programa "Mutirão do Sumaré", comandado pela dupla Brinquinho e Brioso.

A dupla "Doro e Dorinho" também foi vencedora de um concurso na Rádio Record de São Paulo-SP.
E foi no ano de 1954 que Dorinho, participando do Concurso de Violeiros do IV Centenário da Cidade de São Paulo-SP, conheceu Nenete e com ele formou a célebre Dupla Caipira "Nenete e Dorinho", que gravou o primeiro disco em 1958, com o tango "Meu Perdão" (Braz Hernandez - Zilo), e a rancheira "Teu Castigo" (Ventura Romero - Valdomiro Bariani Ortêncio). Nenete participava da Mesa do Juri nesse Festival.

Tendo se surpreendido com a voz de Dorinho e, há um ano procurando por um parceiro, Nenete convidou Dorinho para que lhe visitasse e a partir daí, nasceu a renomada dupla.

Pouco tempo depois, a dupla "Nenete e Dorinho" passou a ser acompanhada pelo famoso acordeonista Nardelli (Antônio Onofre Figueiredo), que com eles formou um trio de bastante sucesso, que deu um novo ritmo à música sertaneja e que foi levado pela professora Dulce Palma de Franceschi à Rádio Tupi, onde fizerem sua estréia como trio.

O trio "Nenete, Dorinho e Nardelli" recebeu inclusive o Troféu Roquete Pinto por seus sucessos. Foi também considerado como o trio mais premiado do Brasil pelos troféus e medalhas que recebeu em sua trajetória artística.

A quase totalidade dos discos de "Nenete, Dorinho e Nardelli" foi gravada na RCA (atual BMG), gravadora da qual em 1966 Nenete foi também nomeado produtor, cargo que ocupou até o ano de 1971, e no qual supervisionou diversas duplas que se tornaram célebres, dentre as quais Leo Canhoto e Robertinho e Belmonte e Amarai, dentre outras.

"Nenete, Dorinho e Nardelli" fizeram sucesso com composições dos próprios integrantes do trio, como foi o caso de "O Cantar Da Siriema" (Nardelli - Nenete), "Recordação" (Nenete - Goiá) (a Música cujo trecho o Apreciador ouve no momento em que acessa essa página), "A Seca Do Nordeste" (Nenete - João Pacífico), "Goiano Valente" (Nenete - Piraci), "Minha Boiada" (Nenete - Nardelli), "Saudades De Pirassununga" (Nenete - Margarida Padilha), "Flor Do Campo" (Nízio - Nenete), além de belíssimas composições de outros autores como por exemplo "Belezas Do Sertão" (João Pacífico), "Bom Exemplo" (Nonô Basílio - Piraci), "A Incruziada" (Angelino de Oliveira), "Trenzinho Malvado" (Pitangui - Carlos Armando Pascoalim), "No Mundo Da Lua" (Ângelo Reale - Capitão Furtado), "São Gonçalo" (Palmeira - Piraci), "Conselho De Amigo" (Nonô Basílio - Tito Neto) e "Maria" (Anacleto Rosas Jr. - Luís Rosas), apenas para citar algumas.

Nenete e Dorinho gravaram na RCA (hoje BMG) por 16 anos e gravaram ainda mais 3 discos na Continental (hoje Warner) tendo sido ao todo um total de 20 LPs e mais de 30 discos 78 RPM. Após gravar mais um disco na Copacabana, Nenete resolveu parar com o trabalho por motivos de saúde.
Dorinho e Nardelli formaram então, juntamente com Reinaldo Benediti (o Maracá) o trio "Maracá, Dorinho e Nardelli", trio esse que gravou mais dois LP's. E, por motivos particulares, Nardelli deixou o trio em 1970 e foi substituído pelo Ponteli (João Pontel, nascido em Olímpia-SP no dia 22/06/1938). O novo trio gravou então mais dois discos pela Phillips (hoje Universal) e encerrou as atividades em 1975.

Dorinho se casou com Iara Benedeti Cunha (nascida em Campinas-SP em 1958), filha de Maracá e, a partir de então, passaram a cantar juntos.

E, em 1989, ocorreu o trágico falecimento de Nenete, conforme já foi mencionado.
No ano de 1994, Dorinho e Iara se profissionalizaram e convidaram o acordeonista João Pontel, o Ponteli, para fazer parte do novo trio que acabava de nascer: "Dorinho, Iara e Ponteli", conhecido carinhosamente como sendo "Um Trio de Ouro".

O trio "Dorinho, Iara e Ponteli" já gravou quatro CDs (sendo um deles no "sistema dose dupla").



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